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O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, expressou, neste sábado (14/03), a preocupação de seu país com a possibilidade de o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, estar planejando um novo genocídio no Líbano sob o pretexto de “combater o Hezbollah”.
As declarações de Fidan sobre o Líbano surgem em meio a notícias de que o exército israelense está se preparando para lançar uma operação terrestre em larga escala no sul do Líbano.
Nesse contexto, o secretário-geral do Hezbollah, Sheikh Naim Qassem, enfatizou na sexta-feira que a resistência se preparou para um confronto prolongado, afirmando que “eles (os israelenses) serão surpreendidos no campo de batalha, e o inimigo testemunhará nossa força. Suas ameaças não nos assustam”. Ele acrescentou que “os combatentes da resistência estão prontos para o confronto direto com o inimigo”.
Durante uma coletiva de imprensa conjunta em Ancara com o ministro das Relações Exteriores de Bangladesh, Fidan disse: “Não podemos ignorar as tentativas de Israel de impor sua agenda geopolítica na região por meio de intervenções estrangeiras”. Ele acrescentou: “Estamos preocupados que esses acontecimentos possam levar a hostilidades permanentes e irreversíveis em nossa região”.
O ministro turco também observou que “o fechamento da Mesquita de Al-Aqsa aos fiéis por Israel é uma medida perigosa que pode desencadear uma nova onda de revolta em nossa região”. Desde o último dia 2 de março, a ocupação israelense vem promovendo uma agressão contínua contra diversas áreas do Líbano, deixando centenas de mortos e feridos, além de causar danos e destruição a áreas residenciais.
Com informações das agências internacionais de notícias