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Esta é a segunda tentativa de Israel em invadir o país árabe em menos de dois anos

O terrorismo do regime genocida de Israel – que tem sido recebido com silêncio e impunidade pela comunidade internacional -. deu mais um passo em suas agressões contra os povos árabes. Após o genocídio na Palestina, os terroristas israelenses agora querem destruir o Líbano.
Nesta segunda-feira (16/03), Israel anunciou o início de uma invasão terrestre em larga escala no território libanês com o objetivo declarado de ocupar toda a região ao sul do rio Litani para roubar terras libanesas e anexá-las ao que os terroristas judeus sionistas chamam de a “Grande Israel”.
Essa é a segunda tentativa de invasão de Israel em menos de dois anos no Líbano. A última tentativa foi em outubro de 2024, mas acabou em fracasso devido a feroz resistência dos combatentes do Hezbollah.
O ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que “a operação continuará até que o Hezbollah deixe de representar uma ameaça aos moradores do norte de Israel e que os libaneses deslocados não retornarão às suas casas até então”. Em declaração genocida, ele disse ainda que “centenas de milhares de moradores do sul do Líbano que evacuaram e estão evacuando suas casas não retornarão à área ao sul do rio Litani até que a segurança dos moradores do norte (de Israel) seja garantida”.
Katz declarou ainda que a invasão no sul do Líbano “se assemelhará às operações militares na Faixa de Gaza” durante o genocídio cometido no território palestino desde outubro de 2023.
O grupo libanês de resistência Hezbollah divulgou um comunicado afirmando que “vai combater os invasores israelenses até a expulsão total do último soldado israelenses no Líbano”.
Segundo a mídia israelense, a invasão israelense foi iniciada como uma incursão da A 91ª Divisão Regional “Galileia” no setor leste do Sul do Líbano. Enquanto isso, a 146ª Divisão de Reserva permanece mobilizada no setor oeste do Sul do Líbano, e a 36ª Divisão está realizando uma incursão também no setor leste.
“Estamos entrando à força no sul do Líbano para criar uma zona de segurança até o rio Litani”, declarou, por sua vez, o ministro da Energia de Israel, Eli Cohen, citado pela mídia israelense.