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Sob a administração do partido União Brasil, o Amazonas alcançou no primeiro trimestre deste ano uma das maiores taxas de desemprego do País. O estado está na sétima colocação no índice de desocupação dos últimos três meses, com 8,3%; 2.2 pontos percentuais a mais do que a média nacional (6,1%) , de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada, nesta quinta-feira (14/05), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Amapá lidera essa lista com uma taxa de desemprego de 10% entre janeiro e março de 2026. O Acre é outro estado da região Norte que compõe o “Top 10” da desocupação no país, ficando em oitavo lugar na lista, que é formada principalmente por Unidades da Federação do Norte e Nordeste do Brasil.
Dos 15 primeiros colocados, 13 são estados do Norte e Norte, além do Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Pelos critérios do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. Os agentes do instituto visitaram 211 mil domicílios em todo o país.
A pesquisa aponta que em 12 estados o desemprego fica abaixo da média nacional, com destaque para Santa Catarina, único abaixo do patamar de 3%.
Veja as taxas de desocupação por UFs no primeiro trimestre:

O Distrito Federal e 15 estados alcançaram no primeiro trimestre deste ano um recorde no rendimento médio mensal do trabalhador. Esse grupo de 16 Unidades da Federação – o Amazonas está fora dele -;
repete o comportamento da média nacional, que atingiu o maior valor dentro da série histórica iniciada em 2012, de R$ 3.722, segundo dados do IBGE. 
A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos de idade ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo, explica o IBGE.
Confira todas as UF que alcançaram recorde de rendimento do trabalhador:
Com informações da Agência Brasil