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Agressões de Israel, nesta quinta-feira (21/05), deixaram ao menos 11 mortos e feridos entre os profissionais da área da saúde no Líbano. O ataque mais letal ocorreu na noite de hoje quando os terroristas israelenses assassinaram quatro paramédicos na cidade de Hanaway, no sul do país, após um bombardeio aéreo atingir o posto de saúde onde eles trabalhavam.
Os mártires são: Karim Haidar, Mussa Kafel, Ali Taj El-Din e Muhammad Abdul Majid.
Com as novas vítimas fatais, subiu para 120 o número de profissionais da área de saúde assassinados pelos terroristas israelenses no Líbano desde o último dia 2 de março.
Mais cedo, ataques israelenses causaram extensos danos no Hospital Governamental de Tebnine, no sul do Líbano. A agressão feriu nove pessoas, incluindo sete funcionários do hospital, cinco dos quais mulheres.
O Ministério da Saúde Pública libanês emitiu um comunicado afirmando que os danos atingiram o perímetro do hospital, a fiação elétrica, as câmeras de segurança, as instalações do hospital e as ambulâncias estacionadas. Também incluíram danos aos três andares do hospital em vários departamentos, particularmente o pronto-socorro, os quartos dos pacientes, a unidade de quimioterapia, a unidade de terapia intensiva, o departamento de ressonância magnética, o centro cirúrgico, a área de manutenção geral, as salas de espera e os alojamentos dos funcionários.
O comunicado observou que a equipe do hospital trabalha 24 horas por dia devido à situação de segurança extremamente perigosa, fazendo o sacrifício máximo no cumprimento de sua missão humanitária. “Este ataque é uma resposta à resolução da Assembleia Mundial da Saúde, aprovada por maioria de 95 votos, que afirma a proteção da saúde no Líbano?”, questionou o Ministério da Saúde do Líbano.
“Este ataque é, sem dúvida, mais um elo na cadeia de ataques que o inimigo israelense insiste em cometer, desrespeitando todo o direito internacional humanitário. Essa escalada de violência confirma que ele só entende a linguagem da agressão e a violação sistemática de todas as leis e normas internacionais”, acrescentou o ministério na nota.