Terror sem fim: ataque de Israel deixa 13 mortos e feridos em Beirute

Pelo menos duas pessoas morreram e 11 ficaram feridas após o regime terrorista de Israel atacar, neste domingo (07/06), Beirute, em uma grave violação do cessar-fogo, conforme balanço parcial das autoridade libanesas.

De acordo com a Agência Nacional de Notícias do Líbano, as agressões israelenses atingiram dois apartamentos na área de Mreijeh-Tahwita al-Ghadir, em bairros residenciais ao sul da capital libanesa.

Além de violar o cessar-fogo, o ataque israelense é uma tentativa de sabotar as negociações entre Irã e Estados Unidos, uma vez que uma das exigências de Teerã para encerrar a guerra é o fim do conflito no Líbano, algo que o regime genocida de Israel vem se recursando a aceitar.

Ataque de Israel atingiu área civil em bairros ao sul de Beirute (Foto: Divulgação/Defesa Civil)
Balanço total de vítimas no Líbano

O Líbano contabiliza 14.685 mil mortos e feridos desde o dia 2 de março deste ano, quando foram ampliadas as agressões israelenses contra o país, conforme balanço atualizado do governo libanês com dados coletados até este dia 7 de junho.

De acordo com o Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde Pública, neste período, os ataques de Israel resultaram em 3.613 mártires e em 11.072 feridos no Líbano.

As agressões israelenses ocorreram mesmo depois da entrada em vigor de um cessar-fogo em 17 de abril deste ano, e que foi prorrogado, no último dia 15 de maio, por mais 45 dias. Por sua vez, Israel não divulgou o número atualizado de baixas do lado israelense.

(Arte: Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde Pública)
Profissionais da área de saúde

Do total de vítimas libanesas, 517 pessoas são profissionais de saúde que foram atacados deliberadamente por Israel, sendo 131 mártires e 386 feridos entre médicos, paramédicos, socorristas e enfermeiros. As agressões israelenses resultaram ainda na destruição de 169 ambulâncias.

Pelo menos 20 hospitais foram danificados por Israel, a maioria deles no sul do Líbano e em Beirute. Desse total, três foram paralisados totalmente, numa flagrante violação das leis internacionais. Outros 36 postos de saúde foram alvejados pelos bombardeios israelenses.

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