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Os ataques de Israel, neste domingo (07/06), contra áreas civis em Beirute, que deixaram pelo menos 13 mortos e feridos, tiveram o aval do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do presidente libanês Joseph Aoun. A informação foi repassada por uma autoridade dos EUA, cuja identidade não foi revelada, ao site de notícias norte-americano Axios.
“Os termos em discussão são justos, contam com o consentimento de ambos os governos soberanos (de Trump e Aoun). O Hezbollah é exclusivamente ‘culpado’ por qualquer continuação das hostilidades”, disse a autoridade à Axios, sem citar os crimes de Israel contra o povo libanês, atrocidades essas que são patrocinadas pelos EUA.
Segundo relatos da mídia israelense e norte-americana, Israel informou os EUA antes dos ataques a Beirute. Por sua vez, Trump afirmou que aceitaria que Israel fizesse “ataques limitados” em Beirute.
Já o Irã condenou os ataques israelenses na capital libanesa e afirmou que essas agressões violam o cessar-fogo alcançado com os EUA. Os iranianos avaliam atacar Tel Aviv em retaliação aos bombardeios israelenses em Beirute.
Na semana passada, o Hezbollah rejeitou um acordo entre o governo do Líbano e o regime genocida de Israel mediado pelos EUA, que prevê a permanência por um prazo indefinido das tropas invasoras israelenses em solo libanês. O pacto dá ainda total liberdade para os terroristas israelenses agirem dentro do Líbano.
Com informações das agências internacionais de notícias