Empresas do PIM vão desenvolver tecnologias e equipamentos militares para a defesa do Brasil

O Condefesa será presidido pelo presidente da Fieam e a vice-presidência será do titular do Cieam (Foto: Divulgação/CMA)

Com a participação do Exército Brasileiro, da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Cieam), foi lançado nesta semana o Conselho de Indústria da Defesa da Amazônia (Condefesa). O objetivo é fortalecer e impulsionar a Base Industrial de Defesa na região.

O movimento estratégico adotado pelo conselho vai fomentar as empresas do Polo Industrial de Manaus para o desenvolvimento de tecnologias e equipamentos militares que contribuirão para a manutenção da soberania brasileira na região amazônica. Os eixos prioritários são: segurança cibernética, sistemas autônomos e inteligentes, inteligência artificial e tecnologias sustentáveis. 

O Exército e as empresas locais vão trabalhar em projetos inovadores, como a criação de drones e o desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial. A ideia é transformar a Amazônia em um polo de tecnologia e inovação para a defesa do país.

De acordo com o presidente da Fieam, Antônio Silva, esses eixos oferecem muitas vantagens para a indústria amazonense, com o aumento de empregos e transferência de tecnologias.

Segundo o General Costa Neves, a parceria entre Exército e indústria nacional promete impulsionar a produção de equipamentos militares de alta tecnologia na região, gerando empregos, fomentando a inovação e contribuindo no combate a ilícitos ambientais e a crimes transfronteiriços, uma das vocações estratégicas do Comando Militar da Amazônia (CMA).

Para o General Richard, a Amazônia, com sua vasta extensão e recursos naturais, se consolida como um polo estratégico para o desenvolvimento de capacidades nacionais em defesa, garantindo a soberania brasileira e impulsionando o crescimento econômico local.

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