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Na noite de domingo (13/10), a Resistência Islâmica no Líbano, braço armado do Hezbollah, lançou vários drones suicidas que atingiram um campo de treinamento israelense pertencente à Brigada Golani, em Binyamina, ao sul da cidade de Haifa. O ataque contra a base militar matou e feriu ao menos 70 soldados israelenses, segundo informações do exército de Israel.
Em um comunicado, o grupo libanês confirmou que a operação ocorreu no âmbito das operações “Khaybar” em resposta aos ataques israelenses contra Beirute, na semana passada, que deixaram 18 civis mortos e quase 100 feridos nos bairros de Al-Nuwairi e Al-Basta.
A mídia israelense descreveu o evento como “o mais difícil desde o início da guerra”, observando que o Hezbollah atingiu os soldados quando eles se reuniam para comer na base militar, enfatizando que o grupo libanês “sabia onde e quando atacar”.
Dois israelenses relataram que o drone ainda chegou a lançar um míssil antes de impactar o alvo e explodir na base militar, numa flagrante falha das defesas aéreas israelenses que não conseguiram detectar o drone e evitar o ataque de retaliação ao assassinato de civis libaneses por parte de Israel.
“O exército inimigo tomou as casas dos colonos em alguns assentamentos no norte como centros de reunião para os seus oficiais e soldados, e a presença das suas bases militares que gerem a agressão contra o Líbano dentro dos bairros dos assentamentos, nas principais áreas ocupadas cidades como Haifa, Tiberíades, Acre e outras”, acrescentou o Hezbollah em comunicado.
O grupo libanês confirmou que estas casas e bases militares são “alvos dos mísseis e das forças aéreas da Resistência Islâmica”, alertando os colonos para não permanecerem perto destas reuniões militares, “para preservar as suas vidas, até novo aviso”.
Com informações das agências internacionais de notícias