Israel atinge prédios governamentais e amplia massacres de civis no Líbano

As forças agressoras de Israel continuam a atacar de forma indiscriminada e intencional a população civil do Líbano. Nesta quarta-feira (16/10), os bombardeios israelenses atingiram a sede da prefeitura de Nabatieh, uma das maiores cidades do sul do país, deixando pelo menos seis mortos e 43 feridos, informou o Ministério da Saúde libanês.

Entre as vítimas fatais estão o prefeito de Nabatieh, Ahmad Kahil, o vereador Sadek Issa, o fotógrafo Mohammad Salim Bittar e outros três funcionários do órgão governamental. Conforme informou a governadora da província, Howaida Turk, Israel efetuou 11 bombardeios contra a capital provincial que atingiram dois edifícios da prefeitura e um centro médico.

O primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, condenou o bombardeio “deliberado” contra uma reunião do “Conselho Municipal” em Nabatieh. Por sua vez, a coordenadora especial da ONU para o Líbano, Jeanine Hennis-Plasschaert, também criticou o ataque, ao qual se referiu como uma “violação inaceitável do direito internacional”, e exigiu uma “proteção aos civis e às infraestruturas”.

Funcionário da prefeitura foi morto por Israel quando organizava distribuição de alimentos para as pessoas afetadas pela guerra (Foto: Divulgação)

Beirute

Após seis dias de “calmaria”, a região sul de Beirute voltou a ser atacada, nesta quarta-feira (16/10), por Israel. Ao menos três prédios civis foram destruído pelos bombardeios israelenses no bairro de Haret Hreik. Este foi o primeiro bombardeio em vários dias na periferia sul da capital libanesa onde Israel concentrou os ataques desde o início de suas agressões contra os civis no Líbano, há quase um mês.

O ataque em Beirute revela as mentiras do governo Joe Biden, dos Estados Unidos, que na terça-feira (15/10), havia dito que Israel não faria bombardeios na capital libanesa.

As agressões israelenses já mataram e feriram em torno de 13,2 mil pessoas no Líbano, conforme balanço divulgado pelo Ministério da Saúde libanês.

Com informações das agências internacionais de notícias

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