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A máquina assassina de Israel, sob o comando do carniceiro judeu Benjamin Netanyahu, está atingido agora, de forma direta e intencional, as regiões centrais de Beirute, incluindo áreas comerciais e residenciais densamente povoadas que eram consideradas antes como seguras dos ataques israelenses. Nas últimas 24 horas, as agressões israelenses deixaram ao menos 91 pessoas mortas e feridas em três ataques contra bairros da parte ocidental da capital libanesa.
O primeiro bombardeio ocorreu por volta das 14h do domingo (17/11), na região de Ras Al-Nabaa. O ataque atingiu a sede de um partido nacionalista árabe e resultou em sete mortos – incluindo uma mulher -, e 16 feridos. Entre as pessoas assassinadas está o chefe de Relações com a Mídia do Hezbollah, o jornalista Muhammad Afif Al-Nabulsi, que era um civil.
No mesmo dia, por volta das 20h, Israel voltou a atacar a região central de Beirute, desta vez, com bombardeios contra um prédio residencial na famosa rua comercial de Mar Elias. A agressão israelense deixou três mortos e 29 feridos, todos civis.

Novo ataques
Nesta segunda-feira (18/11), os agressores israelenses voltaram a atacar a região central de Beirute. O alvo foi a área residencial de Zoqaq al-Blat, perto da sede onde trabalha o primeiro-ministro do Líbano, Nagib Mikati.
Segundo as autoridades libanesas, até o momento, foram registrados cinco mortes e 31 feridos neste ataque de Israel. “Em menos de 24 horas após o recente ataque israelense na área de Mar Elias, a bárbara agressão israelense foi renovada pela terceira vez na cidade de Beirute, visando a área residencial de Zoqaq al-Blat, que fica a poucos metros do centro de Beirute”, disse o comunicado Câmara de Gestão de Desastres e Crises na província de Beirute.

Israel já matou e feriu mais de 18,4 mil pessoas no Líbano
Conforme dados atualizados do Ministério da Saúde libanês, desde o início das agressões israelenses em outubro do ano passado até esta segunda-feira (18/11), Israel assassinou 3.516 pessoas e deixou outras 14.929 feridos no Líbano, a maioria esmagadora de civis, incluindo dezenas de crianças e mulheres.
Com informações das agências internacionais de notícias