Justiça condena empresas de ônibus em Manaus por falhas de comunicação e acessibilidade

As empresas devem implantar comunicação visual com itinerários das linhas (Foto: Divulgação)

A Justiça amazonense condenou a Superintendência Municipal de Transporte Urbano (SMTU) e empresas que atuam no transporte coletivo de Manaus por falhas de comunicação e acessibilidade para usuários do sistema, incluindo pessoas com deficiência visual. A decisão acolhe uma ação pública movida pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM).

A decisão, assinada pelo juiz de Direito Ronnie Frank Torres Stone, é direcionada a sete concessionárias: Auto Ônibus Líder, Expresso Coroado, Global GNZ Transportes (em recuperação judicial), Integração Transportes, Vega Manaus Transporte de Passageiros, Via Verde Transportes Coletivos e Viação São Pedro.

As empresas devem implantar comunicação visual com itinerários das linhas de ônibus; horários de chegadas e saídas das linhas; alterações de rotas; número de veículos; pontos de paradas e terminais e outros dados pertinentes à operação das linhas viárias.

A sinalização deve estar no piso (acessibilidade) e placas (ou outra ferramenta de publicidade) com informações em conteúdo impresso e em sistema braille.

A implementação tem como foco os terminais de integração 1 (Centro), 3 (Cidade Nova), 4 (Jorge Teixeira), 5 (São José) e Matriz (Centro), além de paradas de ônibus da cidade — seguindo o padrão já parcialmente presente no Terminal 2 (Cachoeirinha).

Com informações da assessoria

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