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O caos que se instalou na Síria, com a queda do governo do ex-presidente Bashar Al-Assad e o fim do regime que comandou o país nas últimas seis décadas, criou o ambiente perfeito para Israel roubar novas terras e ampliar sua ocupação militar ilegal em território sírio.
Poucas horas após os grupos terroristas dominarem o país, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, ordenou que as tropas da ocupação israelense avançasse sobre a parte que não estava ocupada das colinas de Golã para criar uma zona tampão nesta área e nos locais adjacentes, que serão transformadas em “zona militar fechada”. A mídia israelense confirmou, ainda, a ocupação do Monte Hermon (Jabal Al-Sheikh) em solo sírio.
Israel também emitiu uma declaração “exigindo aos residentes de cinco cidades no sul da Síria que permaneçam nas suas casas. São elas: Ufaniyah, Quneitra, Al-Hamidiyah, Samdaniyah Al-Gharbiyah e Al-Qahtaniyah.
Netanyahu anunciou, também, o colapso de um acordo de não agressão que estava vigente com a Síria desde 1974. “A queda do regime sírio cria novas e importantes oportunidades para Israel”, disse Netanyahu em comunicado feito na fronteira com a Síria.
Ataques contra Damasco
Além da ocupação ilegal de terras, o regime agressor lançou vários ataques contra a Síria, atingindo uma área de segurança que inclui edifícios de inteligência e alfândega em Kafr Sousse, no centro de Damasco, o que levou à eclosão de grandes incêndios na região.
Há vários relatos de ataques aéreos contra a Base Aérea de Khalkhala, no sul da Síria, e o bairro de Mezzeh, em Damasco.
Com informações das agências internacionais de notícias