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O terrorismo de Israel voltou a atingir o Líbano, na noite desta terça-feira (18/11). Desta vez, o alvo foi o campo de refugiados palestinos de Ain al-Hilweh, na cidade de Sidon, no sul do território libanês.
Os bombardeios israelenses deixaram ao menos 14 mortos, segundo informou o Ministério da Saúde libanês. De acordo com a emissora de TV, Al-Mayadeen, há um grande número de feridos em decorrência dos ataques aéreos israelenses, que atingiram um estacionamento com três mísseis. Ele acrescentou que o local atingido é aberto e está situado na “rua inferior” do campo de refugiados.
Por sua vez, o Canal 12 de Israel comentou, afirmando que “nenhum líder palestino foi assassinado no ataque ao complexo em Sidon”.
Por sua vez, o Hamas negou a existência de instalações militares dentro dos campos palestinos no Líbano, que são geralmente controlado pelo grupo Fatah, ligado a Autoridade Palestina, presidida por Mahmoud Abbas.
Em nota, o Hamas negou as alegações do exército israelense de que o local alvo era um “complexo de treinamento pertencente ao movimento”, classificando-as como uma invenção e uma mentira destinada a justificar a agressão e incitar a violência contra os campos. O movimento afirmou que “não existem instalações militares dentro dos campos palestinos no Líbano”.
O Hamas esclareceu que o alvo dos ataques israelenses foi um centro esportivo aberto frequentado por jovens do campo e que os feridos no ataque eram um grupo de jovens que estavam presentes no campo no momento do bombardeio.