Omar Aziz lidera todos os cenários para o Governo do Amazonas, aponta pesquisa Ipen

Senador também é o que apresenta a menor rejeição entre os pré-candidatos ao Governo do Estado

Omar Aziz lidera preferência do eleitorado (Foto: Divulgação)

A pesquisa Ipen divulgada, nesta sexta-feira (28/11), confirma o senador Omar Aziz (PSD-AM) como o nome mais forte na disputa pelo Governo do Amazonas em 2026. O levantamento, realizado entre 14 e 24 de novembro com 1.504 entrevistas presenciais, mostra Omar liderando todos os cenários estimulados e espontâneos, além de registrar a menor rejeição entre os principais nomes avaliados.

Na pergunta espontânea – quando o eleitor cita um nome sem receber opções -. Omar Aziz aparece com 8,4%, sendo o mais lembrado. Em seguida vêm Maria do Carmo, do PL, com 3,5%; e David Almeida, do Avante, com 1,9%.

Nos cenários estimulados, a vantagem de Omar Aziz é ainda mais expressiva. Veja:

Cenário 1 – Omar Aziz tem 31,6% e, nos votos válidos, chega a 42,65%.

Cenário 2 – Omar Aziz mantém a dianteira com 33,8%, e, nos votos válidos, chega a 43,61%.

Cenário 3 – Omar Aziz dispara para 45,2%, mais que o dobro da segunda colocada (23%). Em votos válidos, alcança expressivos 60,88%.

O resultado também demonstra que Omar Aziz é o único pré-candidato competitivo em todas as regiões do estado. Ele aparece à frente simultaneamente em Manaus e no interior, nos três cenários. Em alguns recortes, chega a ultrapassar 40% no interior, ampliando significativamente sua vantagem. 

Menor índice de rejeição

Além de liderar a intenção de voto, Omar Aziz é o nome que apresenta a menor rejeição entre os principais concorrentes, fator decisivo em disputas majoritárias.

Nos três cenários de rejeição apresentados pelo Ipen, Omar aparece sempre com percentuais menores que os demais candidatos – enquanto David Almeida e Maria do Carmo atingem índices superiores, Omar se mantém consistentemente abaixo, o que impulsiona ainda mais seu potencial eleitoral.

A pesquisa do Instituto Ipen foi registrada no CONFE (7ª Região), utilizou amostragem distribuída entre capital e interior, e apresenta margem de erro de 2,52%. A confiabilidade é de 95%.

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