Amazonas tem uma das maiores taxas de desemprego do Brasil, aponta IBGE

Amazonas foi governado por mais de sete anos por Wilson Lima do União Brasil (Foto: Divulgação/Secom)

Sob a administração do partido União Brasil, o Amazonas alcançou no primeiro trimestre deste ano uma das maiores taxas de desemprego do País. O estado está na sétima colocação no índice de desocupação dos últimos três meses, com 8,3%; 2.2 pontos percentuais a mais do que a média nacional (6,1%) , de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada, nesta quinta-feira (14/05), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Amapá lidera essa lista com uma taxa de desemprego de 10% entre janeiro e março de 2026. O Acre é outro estado da região Norte que compõe o “Top 10” da desocupação no país, ficando em oitavo lugar na lista, que é formada principalmente por Unidades da Federação do Norte e Nordeste do Brasil.

Dos 15 primeiros colocados, 13 são estados do Norte e Norte, além do Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Pelos critérios do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. Os agentes do instituto visitaram 211 mil domicílios em todo o país.

A pesquisa aponta que em 12 estados o desemprego fica abaixo da média nacional, com destaque para Santa Catarina, único abaixo do patamar de 3%.

Veja as taxas de desocupação por UFs no primeiro trimestre:

  • Amapá: 10%
  • Bahia: 9,2%
  • Alagoas: 9,2%
  • Pernambuco: 9,2%
  • Piauí: 8,9%
  • Sergipe: 8,6%
  • Amazonas: 8,3%
  • Acre: 8,2%
  • Rio Grande do Norte: 7,6%
  • Rio de Janeiro: 7,3%
  • Ceará: 7,3%
  • Distrito Federal: 7,1%
  • Paraíba: 7%
  • Pará: 7%
  • Maranhão: 6,9%
  • Brasil: 6,1%
  • São Paulo: 6%
  • Roraima: 5,7%
  • Tocantins: 5,6%
  • Goiás: 5,1%
  • Minas Gerais: 5%
  • Rio Grande do Sul: 4%
  • Mato Grosso do Sul: 3,8%
  • Rondônia: 3,7%
  • Paraná: 3,5%
  • Espírito Santo: 3,2%
  • Mato Grosso: 3,1%
  • Santa Catarina: 2,7%
Rendimento mensal
Amazonas tem uma das piores rendas mensais média do trabalhador (Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)

O Distrito Federal e 15 estados alcançaram no primeiro trimestre deste ano um recorde no rendimento médio mensal do trabalhador. Esse grupo de 16 Unidades da Federação – o Amazonas está fora dele -; repete o comportamento da média nacional, que atingiu o maior valor dentro da série histórica iniciada em 2012, de R$ 3.722, segundo dados do IBGE.

A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos de idade ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo, explica o IBGE.

Confira todas as UF que alcançaram recorde de rendimento do trabalhador:

  • Distrito Federal: R$ 6.720
  • Santa Catarina: R$ 4.298
  • Paraná: R$ 4.180
  • Rio Grande do Sul: R$ 4.127
  • Goiás: R$ 3.878
  • Mato Grosso do Sul: R$ 3.768
  • Espírito Santo: R$ 3.708
  • Minas Gerais: R$ 3.448
  • Amapá: R$ 3.412
  • Sergipe: R$ 3.031
  • Rio Grande do Norte: R$ 2.953
  • Paraíba: R$ 2.806
  • Piauí: R$ 2.628
  • Ceará: R$ 2.597
  • Bahia: R$ 2.483
  • Maranhão: R$ 2.240

Com informações da Agência Brasil

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