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Com uma atuação pífia que o fez receber menos de 3% dos votos válidos na disputa do primeiro turno para presidente, o escritor Augusto Cury (Avante) decidiu se aliar ao fascismo no Brasil e declarou, nesta quinta-feira (08/10), apoio ao candidato da extrema-direita Flávio Bolsonaro (PL).
O apoio ao extremista de direita derrubou a máscara de “bom samaritano” que Augusto Cury tenta passar para a sociedade brasileira e revelou a face fascista do escritor.
Em uma postagem nas redes sociais, Augusto Cury usou justificativas toscas ao afirmar que apoiará Flávio Bolsonaro por acreditar que o candidato fascista acabará com o “ódio” no Brasil e vai proteger às mulheres, desconsiderando a postura misógina de Flávio Bolsonaro.
Augusto Cury confirmou o apoio mediante a assinatura de uma carta de compromissos de Flávio Bolsonaro com pautas defendidas pelo escritor.
Entre essas pautas, estão o fim da reeleição para presidente da República, a alternância de poder, a pacificação nacional, a proteção às mulheres, valorização dos professores e financiamento “de milhões” para microempreendedores. O apoio a Flávio Bolsonaro gerou reações de repulsa a Augusto Cury, que foi chamado de “canalha” e palhaço” por internautas.