Cesta básica está mais cara em Manaus, aponta Procon

Fiscais do Procon realizaram pesquisa no início deste mês em Manaus (Foto: Divulgação/Procon Manaus)

A cesta básica está mais cara na capital amazonense, onde o valor médio dos produtos alimentícios, neste mês de setembro, ficou em R$ 271,15, alta de 2,71% em relação a agosto deste ano. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (04/09), pelo Procon Manaus, que realizou, no último dia 2 de setembro, a pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica.

Segundo o órgão, o levantamento – que foi conduzido pela Divisão de Fiscalização -, avaliou 16 produtos (36 itens) em dez supermercados da capital amazonense. São eles: Nova Era, Baratão da Carne, Coema, Veneza, DB, Rodrigues, Assaí, Carrefour, Atacadão e Vitória. Conforme o Procon, o menor preço foi registrado no supermercado Baratão da Carne (R$ 246,02), enquanto o maior valor foi encontrado no Carrefour (R$ 301,32).

Segundo a presidente do Procon Manaus, Onilda Abreu, a pesquisa é uma ferramenta de orientação e reforça a transparência do órgão. “Nosso papel é garantir que a população tenha acesso a dados que ajudem nas decisões de compra. Consultar a tabela antes de ir ao supermercado pode fazer diferença no orçamento de muitas famílias”, destacou.

Metodologia

Segundo o Procon Manaus, a metodologia usada na pesquisa adotou como referência a cesta básica definida pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pelo Decreto Federal nº 11.936/2024, que trata da composição da cesta de alimentos no âmbito da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Dentre os destaques da pesquisa em Manaus, o arroz branco, tipo 1, demonstrou uma variação de 66,87%, com preços entre R$ 3,29 e R$ 5,49. Já a farinha d’água apresentou uma economia de 53,49%, com valores entre R$ 7,29 (agosto) e R$ 3,39 (setembro).

“O Procon Manaus reforça ao consumidor que os valores refletem o cenário do dia da coleta e podem variar ao longo do mês. Por isso, recomenda-se sempre comparar preços antes da compra”, disse o órgão.

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