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Mais de 500 pessoas já foram mortas desde 'trégua' em outubro; população está em pânico

O regime terrorista de Israel assassinou ao menos 31 pessoas – incluindo seis crianças -; desde as primeiras horas deste sábado (31/01), em novo ataques na Faixa de Gaza, elevando para 1.450 o número de violações cometidas pelos israelenses desde o início do cessar-fogo
O porta-voz da Defesa Civil Palestina na Faixa, Mahmoud Basal, afirmou que entre os mártires palestinos há crianças, mulheres e um um idoso. Israel “continua violando gravemente o acordo de cessar-fogo, com as restrições de material médico, remédios e equipamentos”, disse, por sua vez, o diretor-geral do Ministério da Saúde do território palestino, Munir al Barsh.
Ele acrescentou que equipes de bombeiros, resgate e ambulâncias atenderam a sete chamados de emergência desde o amanhecer de hoje, em decorrência dos ataques das forças de ocupação israelenses contra abrigos, tendas para deslocados internos, apartamentos residenciais e uma delegacia de polícia.
A ocupação atacou uma tenda que abrigava deslocados internos na área de Asdaa, a noroeste de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, matando sete membros da mesma família: cinco crianças, uma mulher e um idoso.
Israel vem violando sistematicamente a trégua desde outubro e, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, mais de 500 pessoas morreram em ataques israelenses desde então.
Quase toda a população de Gaza foi deslocada diversas vezes nos dois anos de genocídio. Centenas de milhares, de uma população total de dois milhões, vivem em tendas. Mais de 71 mil palestinos já foram assassinados por Israel desde outubro de 2023, a maioria, de mulheres e crianças.