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Em uma cena bizarra que gerou indignação de muitos brasileiros, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou, nesta quinta-feira (04/06), um evento religioso – que supostamente seria para “Jesus’ -, para defender o estado terrorista de Israel, cujo regime comete genocídio no Líbano e na Palestina, afetando também as populações cristãs desses dois países do Oriente Médio.
Com a bandeira de Israel na mão, Flávio Bolsonaro – que é mais conhecido como Flávio “Rachadinha” -, disse que o Brasil “voltará a ser uma nação irmã de Israel’. A cena bizarra não passou despercebida e foi muita criticada pelos internautas brasileiros.
Alguns deles sugeriram que não há surpresa no episódio, pois se trata de um político envolvido com a corrupção – o mais recente é o caso do Banco Master -, defendendo um país com uma longa história de crimes contra a humanidade. “O marginal defendendo um estado marginal! Casamento perfeito!”, disse um internauta de nome Tarcísio. “ALIENAÇÃO + POLÍTICA + ARMAS + RELIGIÃO… isto é o projeto do SIONISMO”, disse uma internauta que se identifica como Candy.
Outros internautas lembraram que Israel persegue cristãos e menosprezam Jesus Cristo. “Ué mas Israel nem gosta de Jesus, inclusive mataram ele”, disse uma internauta de nome Regina.
‘Cara como é que cristão fica colocando Israel no meio que o povo judeu não aceitou Jesus, todo mundo sabe!”, disse outra internauta.
Outras pessoas observaram que a atitude bizarra tinha caráter eleitoreiro. ‘Eleitor, olha aí, essas pessoas que exaltam, aprovam e apoiam genocidas não tem o meu voto, tem o seu?”, perguntou uma internauta que se identifica como Rosana.
Além de Flávio Bolsonaro, outros políticos da extrema-direita brasileira participaram da Marcha para Jesus, que tem sido criticada por ser usada para fins políticos e eleitoreiros. “O único que não está presente nesta marcha é Jesus”, observou um internauta de nome Marcelo.
Tanto no Líbano quanto na Palestina, os genocidas israelenses destruíram diversas igrejas e mataram cristãos, que também são alvos de cuspidas por parte de extremistas judeus. Em episódios recentes, soldados israelenses profanaram imagens de Jesus e Maria no Líbano.