Empresas do Polo Industrial de Manaus suspendem atividades após vazamento de gás na Innova, afirma Fieam

Federação diz que acompanha as ações de controle do vazamento de gás

Moto Honda foi uma das empresas que suspendeu as atividades por causa do vazamento do gás (Foto: Divulgação/Sedecti)

Fábricas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) suspenderam, nesta quinta-feira (16/07), as atividades em suas instalações fabris por causa dos gases liberados no vazamento de estireno – produto químico perigoso à saúde -; no final da tarde da quarta-feira (15/07), em uma unidade da Innova, no Distrito Industrial I, zona Sul da cidade. A informação foi divulgada hoje pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam).

De acordo com a entidade empresarial, a Moto Honda da Amazônia decidiu liberar 100% os colaboradores e terceiros, devido ao retorno dos gases, mesmo em intensidade menor. Além da multinacional japonesa, outras empresas também confirmaram suspensão das atividades hoje, entre elas, estão a LG Eletronics da Amazônia, Boreo Indústria de Componentes Ltda, Yamaha, Venttos Eletronics, Engie, Electrolux do Brasil, PCE Embalagens, Digboard Eletrônica da Amazônia e P&G.

A Fieam afirmou em nota que “acompanha com atenção os desdobramentos dos serviços do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) no controle do vazamento de estireno, ocorrido no final da tarde de ontem (15/07) em uma das unidades da Innova no Distrito Industrial”.

De acordo com o CBMAM, o vazamento ocorreu em um dos tanques da empresa e foi ocasionado pelo próprio sistema de segurança do tanque ao ser acionado, evitando assim que uma explosão acontecesse. O local segue sendo resfriado e Grupamento de Biossegurança e Produtos Perigosos do Corpo de Bombeiros também atua na ocorrência.

A Fieam, em sua nota, prestou solidariedade à direção da empresa Innova e aos seus colaboradores; e também reconheceu o apoio da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), Polícia Militar do Amazonas (PM-AM), dos brigadistas da empresa afetada, demais órgãos do Sistema de Segurança e da rede estadual e municipal de saúde “para minimizar o impacto do sinistro na população de Manaus”.

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