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Agressores israelenses continua violando a soberania libanesa e o acordo de cessar-fogo no Líbano

O regime terrorista de Israel promoveu, nesta quarta-feira (21/01), uma nova rodada de agressões contra áreas civis do sul do Líbano, deixando duas pessoas mortas e causando a destruição de casas, carros e prédios residenciais e comerciais em várias cidades do país. Os novos ataques representam uma violação do cessar-fogo em vigor desde novembro de 2024.
Mais cedo nesta quarta-feira, duas pessoas foram mortas em dois ataques aéreos distintos contra veículos nas cidades de Zahrani, no distrito de Sidon, e Bazouriyeh, no distrito de Tiro, segundo o Ministério da Saúde libanês.
Já pela parte da tarde e da noite no horário local, os terroristas israelenses promoveram uma série de bombardeios aéreos contra casas e prédios residenciais nas cidades de Kfour e Jarjouh, no distrito de Nabatieh, em Qanarit, Khraibeh e Ansar, todas nos distritos de Sidon.
Conforme imagens de vídeo, os ataques aéreos em Qanarit atingiram vários jornalistas, causando ferimentos leves enquanto cobriam as agressões israelenses. Segundo o correspondente da emissora Al-Mayadeen, “10 colegas jornalistas estavam nas proximidades da área atingida em Qanarit”.
A ocupação israelense ameaçou, em um comunicado, vários prédios nas cidades de Jarjouh, Qanarit e Kfour, no sul do Líbano, alegando sem provas que os locais abrigavam armas e munições.
Exército libanês emite nota
Por sua vez, em um comunicado, o Exército Libanês indicou que “os ataques e violações israelenses contra o Líbano continuam, visando prédios e residências civis em diversas áreas, mais recentemente em vilarejos no sul, em flagrante violação da soberania e segurança do Líbano, do acordo de cessação das hostilidades e da Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU”.
O exército confirmou que “esses ataques repreensíveis dificultam os esforços do exército e impedem a conclusão de seu plano, além de levarem à intimidação de civis e à ocorrência de mártires e feridos entre eles, bem como ao deslocamento de dezenas de famílias que perderam suas casas”, observando que isso “afeta negativamente a estabilidade na região”.