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Pelo terceiro dia consecutivo, iranianos saíram às ruas em várias cidades do Irã para prestar apoio à Revolução Islâmica e denunciar os distúrbios causados por grupos de “sabotadores” financiados por Estados Unidos e Israel.
Durante as manifestações, mulheres e homens jovens queimaram fotos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e do genocida judeu Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel.
A queima das fotos de Trump e Netanyahu foi uma forma da população iraniana expressar repúdio a interferência de Estados Unidos e Israel, que se aproveitaram de um protesto pacífico em favor de reformas econômicas, para infiltrar sabotadores que transformaram as manifestações em atos de violência, caos e assassinatos de civis e policiais.
EUA e Israel tentam derrubar o regime presidencialista islâmico no Irã para instaurar uma monarquia absolutista submissa aos interesses dos norte-americanos e israelenses, conspiração esta que a população do Irã repudia.
Durante as manifestações pró-governo, os iranianos também queimaram bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, além da foto de Reza Pahlavi, filho do último Xá, que tenta assumir como o novo mandatário do Irã para atuar como um “fantoche” dos norte-americanos e israelenses no comando do país persa.