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Em visita a Manaus neste domingo (17/11), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou proclamação estabelecendo a data de 17 de novembro como o Dia Internacional da Conservação. A assinatura ocorreu no Museu da Amazônia (Musa) logo após o encontro dele com lideranças indígenas locais.
Biden foi recebido pelo diretor-geral da entidade, Filippo Stampanoni, e a visita guiada pelo diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Henrique dos Santos Pereira.
No Musa, Biden visitou a tradicional árvore Sumaúma e o lago das vitórias-régias. O presidente dos EUA ainda fez um pronunciamento no local, após encontro com cientistas e lideranças indígenas da Amazônia brasileira.
Em seu pronunciamento, Biden também reforçou que deixa “legado forte” para Donald Trump, que assume a presidência americana em 2025. O investimento elevará o total de contribuições dos EUA para o Fundo Amazônia para US$ 100 milhões, sujeito a notificação do Congresso, e tem como objetivo acelerar os esforços globais para conservar terras e águas, proteger a biodiversidade e enfrentar a crise climática.

“A luta contra a mudança climática vem sendo a causa da minha presidência. Não é preciso escolher entre economia e meio ambiente. Nós podemos fazer as duas coisas. Estou saindo da presidência em janeiro e vou deixar ao meu sucessor uma base muito forte, se eles decidirem seguir esse caminho. Alguns podem negar ou atrasar a revolução de energia limpa que vem acontecendo nos EUA, mas ninguém pode revertê-la. Muitas vezes foi dito que a Amazônia é o pulmão do mundo. Mas, a meu ver, nossas florestas e maravilhas são o coração e a alma do mundo”.
Biden está no Brasil para participar da reunião do G20, no Rio de Janeiro, para onde segue ainda hoje.