Patrocinador do genocídio em Gaza, Biden é diagnosticado com ‘forma agressiva’ de câncer de próstata

Joe Biden foi o principal patrocinador do genocídio comandado pelo israelense Benjamin Netanyahu na Faixa de Gaza (Foto: Divulgação)

Um dos principais culpados por uma das maiores matanças da história da humanidade – o genocídio em curso na Faixa de Gaza, que já matou e feriu mais de 173 mil pessoas em menos de 20 meses, a maioria mulheres e crianças -, o ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, 82 anos, está com um “agressivo” câncer de próstata. Ele foi diagnosticado com cancro na próstata de grau 5, o estágio mais agressivo da doença, na última sexta-feira (16/05), porém, a doença só foi anunciada neste domingo (18/05).

De acordo com o comunicado da assessoria de imprensa do político norte-americano, foram, também, localizadas metástases nos ossos de Biden.

“Na semana passada, o presidente Joe Biden foi examinado para a descoberta de um novo nódulo na próstata após apresentar sintomas urinários crescentes. Na sexta-feira, ele foi diagnosticado com câncer de próstata, caracterizado por um escore de Gleason de 9 (Grupo Grau 5) com metástase óssea”, diz o comunicado.

Ainda conforme a nota, a assessoria informou que “apesar de ser uma forma mais agressiva da doença, o cancro parece ter sensibilidade hormonal, o que permitirá uma gestão eficaz”. “Biden e sua família estão revisando as opções de tratamento com seus médicos”, disse, também, o comunicado.

Apoio incondicional ao genocídio em Gaza e a guerra no Líbano

Joe Biden foi o principal patrocinador do genocídio em curso na Faixa de Gaza. Durante seu governo, ele enviou todos os tipos de armamentos para Israel, além de recursos financeiros. No período em que estava na presidência dos Estados Unidos, Biden impediu todas as tentativas de se chegar a um cessar-fogo na Faixa de Gaza.

Biden também foi o presidente norte-americano que deu sinal verde para Israel promover, no ano passado, agressões militares em larga escala que mataram mais de 4 mil libaneses – a maioria civis -, conforme números parciais das autoridades libanesas, uma vez que, até o momento, as equipes de resgate estão tirando vítimas debaixo dos escombros das construções destruídas por Israel no Líbano.

Estima-se que Israel tenha destruído mais de 200 mil habitações em todo o território libanês durante a guerra para impedir que o Líbano desse apoio aos palestinos na Faixa de Gaza.

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