PC-AM prende 51 pessoas em Manaus por inadimplência no pagamento de pensão alimentícia

Munus Curae é uma expressão em latim que significa 'dever de cuidado'

Policiais civis prenderam 51 pais por atraso no pagamento da pensão alimentícia (Foto: Divulgação/PC-AM)

Uma ação realizada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), ao longo desta semana, resultou em 51 prisões por inadimplência no pagamento de pensão alimentícia em Manaus. O balanço final da operação “Munus Curae” (“dever de cuidado”, no latim) foi apresentado, nesta sexta-feira (30/05), pela PC-AM, que iniciou o cumprimento dos mandados de prisão no último dia 26 de maio.

“É importante conscientizar aqueles que devem pensão aos seus filhos de forma que eles regularizem a situação com a Justiça, garantindo assim o bem-estar e os direitos das crianças e adolescentes”, afirmou o diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), delegado Alessandro Albino.

Segundo a PC-AM, a última prisão foi realizada no bairro Jorge Teixeira, zona Leste de Manas. Segundo o delegado Fábio Aly, titular da Polinter, a operação visou, principalmente, o cumprimento de mandados cíveis de pessoas que estão em débito com pensão alimentícia.

“Constatamos que esse ano estão sendo expedidos cerca de 180 mandados em média por mês, sendo que em 2024 a média era de 130. Isso é um sinal que as pessoas estão procurando mais a Justiça e, por isso, iremos realizar essas operações com mais frequência para dar cumprimento a esses mandados de prisões”, disse Aly.

Denúncia

O delegado Fábio Aly destacou que a Polinter está à disposição da população do interior do Estado para cumprir mandados de foragidos que porventura estejam em Manaus, solicitando que os denunciantes comuniquem a circunstância pelo WhatsApp da unidade (92) 3667-7725, que é disque-denúncia da Polinter, ou pelo 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.

“Quando há informações precisas sobre o paradeiro e a rotina do foragido, o processo de captura é acelerado. O sigilo da identidade do denunciante é garantido”, finalizou o delegado.

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