Para contato geral e envio de pautas:
redacao@panoramareal.com.br
Para contato geral e envio de pautas:
redacao@panoramareal.com.br

Pelo menos 15 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em diversos massacres cometidos pelos terroristas israelenses contra o sul do Líbano neste sábado (23/05), informou o Ministério da Saúde libanês.
Cinco pessoas foram mortas, incluindo crianças, em um ataque aéreo israelense contra um prédio residencial na cidade de Seir al-Gharbiya, no distrito de Nabatieh, no sul do Líbano. Dez pessoas ficaram feridas nesta agressão.
Um outro bombardeio israelense contra um pomar na área de Baqbouq, ao norte da cidade de Tiro, matou cinco pessoas e feriram outras duas. O corpo de uma mulher permaneceu preso sob os escombros devido à intensidade dos ataques aéreos.
Em um ataque separado, um drone israelense atingiu a estrada entre as cidades de Ain Baal e Housh, no distrito de Tiro, matando uma pessoa. Outro ataque israelense atingiu a cidade de Deir Qanoun al-Nahr, no distrito de Tiro, durante a noite, destruindo completamente uma casa e matando quatro pessoas.
Pelo menos 25 funcionários médicos, de enfermagem e administrativos do Hospital Hiram, no sul do Líbano, ficaram feridos em ataques aéreos israelenses contra as imediações do hospital.
Em comunicado, o ministério afirmou que os ataques causaram “diversos ferimentos” entre os funcionários do hospital no distrito de Tiro e resultaram em “danos graves” às instalações. “Esta é a segunda vez em menos de dois meses que o hospital é exposto a tais perigos devido a repetidos ataques israelenses”, diz o comunicado.
O ministério afirmou que os ataques constituem “prova adicional da violação, por parte do inimigo israelense, do direito internacional humanitário, que estipula a proteção de instalações de saúde”.
Pelo menos 3.123 pessoas foram mortas, 9.506 ficaram feridas e mais de 1,6 milhão foram deslocadas desde o início dos ataques israelenses ao Líbano, em 2 de março deste ano, segundo o Ministério da Saúde libanês.
Os ataques israelenses continuam em todo o Líbano, apesar do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, que entrou em vigor formalmente em 17 de abril e foi posteriormente prorrogado até o início de julho.