Terror judaico: Agressões de Israel contra alvos civis no Líbano deixam 26 mortos, incluindo crianças

Família libanesa foi assassinada pelos terroristas israelenses em Saksakiyeh, no sul do Líbano (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

O Líbano registrou neste sábado (09/05) um dos dias mais sangrentos desde a entrada em vigor de um cessar-fogo no mês passado com pelo menos 26 mortas, incluindo mulheres e crianças, em diversos massacres cometidos pelo regime terrorista de Israel contra civis libaneses, segundo as autoridades de saúde do país.

O ataque mais mortal ocorreu na cidade de Saksakiyeh, no distrito de Sidon, sul do Líbano, onde sete pessoas de uma mesma família – incluindo uma criança de dois anos -. foram assassinadas nos bombardeios israelenses. Conforme informou o Centro de Operações de Emergência em Saúde do Ministério da Saúde Pública libanês, outras 15 pessoas – entre elas, três crianças -; ficaram feridas na mesma agressão.

A família assassinada é do empresário Hani Ghaleb Fahs, da cidade de Jebchit, no distrito de Nabatieh. Eles estavam refugiados em Saksakiyeh.

Os mártires do “Massacre de Saksakiyeh” são:

  • Hani Ghaleb Fahs (56 anos);
  • Roula Nasser El-Din (37 anos)
  • Muhammad Hani Fahs (20 anos);
  • Ali Hani Fahs (16 anos);
  • Fatima Hani Fahs (11 anos);
  • Muhammad Ali Fahs (30 anos);
  • Jana Fahs (24 anos);
  • Maryam Muhammad Fahs (2 anos);
  • Khadija Awada (70 anos).

Os ataques israelenses representam mais uma nova violação do acordo de cessar-fogo estabelecido sob mediação dos Estados Unidos em 17 de abril deste ano.

Maryam Fahs, de apenas 2 anos, foi assassinada por Israel neste sábado (Foto: Divulgação)

Segundo as autoridades libanesas, além de Saksakiyeh, massacres também foram registrados em Haboush, Nabatieh, Nahrain e Saadiyat, cidade perto de Beirute. A Agência Nacional de Notícias libanesa informou, inclusive, que “uma jovem” não resistiu aos ferimentos após ser internada em um hospital em Nabatieh , após ser alvo de um ataque de drone.

Sem apresentar provas, o regime terrorista de Israel alegou que atacou apenas alvos do movimento de resistência libanês Hezbollah. Mais cedo, o regime sionista israelense, em novo ato de crime de guerra, emitiu ordens de deslocamento forçado em nove cidades e vilarejos no sul do Líbano, alertando sobre novos ataques em Tayr Debba, Aabbasiyyeh, Burj Rahal, Maaroub, Barish, Arzoun, Jannata, Zrariyeh e Ain Baal.

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