Terror: Massacre de Israel perto de Damasco, na Síria, deixa 13 civis mortos, incluindo mulheres e crianças

Massacre de Israel deixa 13 mortos na Síria (Foto: Reprodução Vídeo)

Como se não bastasse o genocídio em curso na Palestina e as agressões diárias contra o povo libanês, o terrorismo do regime judaico-sionista de Israel agora tem se voltado para matar a população civil da Síria. Na manhã desta sexta-feira (28/11), tropas invasoras israelenses atacaram a cidade síria de Beit Jinn, na zona rural oeste de Damasco, no sul da Síria, e cometeram um massacre que deixou ao menos 13 mortos – incluindo seis mulheres e crianças -, e 25 feridos, de acordo com informações da mídia local.

Antes da carnificina, ainda na madrugada de hoje, soldados israelenses fizeram uma invasão terrestre, que foi precedida de intensos ataques aéreos, causando destruição na cidade síria.

As agressões de Israel causaram reação na população local, que num ato de resistência, revidou e atacou os invasores israelenses, deixando ao menos 13 soldados da ocupação feridos. Relatos indicaram que os soldados israelenses fugiram da cidade após o início do confronto armado, abandonando um veículo Hummer, que foi destruído depois.

Desde a queda do antigo governo sírio, em 8 de dezembro de 2024, o regime sionista de Israel tem se aproveitado da instabilidade na Síria para ocupar e roubar grandes áreas de terras no sul do país árabe. Os invasores israelenses realizam incursões quase diárias em diversas regiões como parte de suas contínuas violações da soberania síria.

Veículo militar israelense foi destruído (Foto: Divulgação)

Síria condena massacre

O Ministro das Relações Exteriores da Síria divulgou nota, nesta sexta-feira (28/11), para condenar o massacre israelense, afirmando que “os contínuos ataques israelenses constituem uma grave ameaça à paz e à segurança regional e exigem uma posição internacional firme para pôr fim a essas violações”. No comunicado, o governo disse ainda que “a Síria afirma seu direito de defender seu território e seu povo por todos os meios legítimos, em conformidade com o direito internacional e a Carta da ONU”.

A Síria condenou o silêncio internacional que “encoraja o agressor a cometer novos crimes contra civis”, e fez um apelo às Nações Unidas, ao Conselho de Segurança e ao mundo árabe e islâmico para que “assumam suas responsabilidades em relação a essas repetidas violações”. Israel não se manifestou sobre o assunto ainda.

Manifestantes protestam

Após o massacre, dezenas de manifestantes saíram às ruas de Damasco, capital da Síria, para protestar contra Israel. Durante o ato, eles queimaram a bandeira de Israel e proferiram palavras de ordem contra os criminosos sionistas.

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