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Carnificina foi planejada para resgatar quatro israelenses que estavam em poder do Hamas
Com apoio dos Estados Unidos, Israel assassinou, neste sábado (08/06), mais de 200 palestinos, incluindo mulheres e crianças, e deixou mais de 400 feridos nos campos de refugiados de Nuseirat e Deir Al-Balah, na região central da Faixa de Gaza. A carnificina foi planejada para resgatar quatro israelenses que estavam em poder do Hamas, os primeiros a serem libertados em ações militares após nove meses de guerra contra o território palestino.
As agressões contra os campos de refugiados ocorreram por terra, ar e mar. Segundo testemunhas palestinas, caminhões de ajuda humanitária foram usados pelos invasores israelenses e norte-americanos para cometer os massacres.
Elas denunciaram, também, que um porto temporário construído pelos Estados Unidos no litoral da Faixa de Gaza sob o pretexto de levar ajuda humanitária para os palestinos serviu de base de apoio para a realização dos massacres contra os civis da região.
Veja vídeo abaixo:
Ataque revela fracasso de Israel, diz Hamas
Em uma nota pública sobre os massacres brutais de Israel, o Hamas disse que Israel falhou “militarmente, política e moralmente” e que o povo da Faixa de Gaza não se renderá. O grupo apelou à comunidade internacional para tomar medidas contra os massacres e lamentou que o mundo, mesmo rotulando a ocupação israelense de assassina de crianças, seja incapaz de pôr fim à guerra de extermínio em Gaza.
Por sua vez, o exército israelense chamou o ataque de “operação especial”, revelando que a ação foi feita em conjunto com as Forças Armadas, a Agência de Segurança de Israel (ISA) e a polícia israelense. O site norte-americano Axios disse que a agência dos EUA para reféns apoiou a operação criminosa israelense.
Com informações das agências internacionais de notícias