Ataques de Israel deixam mais de 400 mortos e feridos na Faixa de Gaza

Em menos de 24h, o regime genocida de Israel deixou mais de 400 palestinos mortos e feridos em vários ataques realizados em várias regiões da Faixa de Gaza.

Neste domingo, (14/07), ao menos 12 pessoas foram assassinadas em um bombardeio israelense contra uma escola administrada pela ONU que abrigava palestinos deslocados no centro da Faixa de Gaza, segundo fontes médicas locais. O alvo foi a Escola Abu Oreiban, dirigida pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos (UNRWA), no campo de refugiados de Nuseirat. Segundo testemunhas, várias crianças e mulheres estavam entre as vítimas.

O ataque de domingo à escola ocorreu um dia depois de pelo menos 90 pessoas terem sido assassinadas e quase 300 feridas num ataque israelense realizado, no sábado (13/07), a uma “zona humanitária” para deslocados no sul da Faixa de Gaza.

Israel despreza ONU

Desprezando uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, que exige um cessar-fogo imediato, Israel tem enfrentado a condenação internacional no meio da sua contínua ofensiva brutal na Faixa de Gaza desde o 7 de Outubro.

Desde então, quase 38,6 mil palestinos foram mortos, a maioria mulheres e crianças, e em torno de 89 mil feridos, por conta das agressões israelenses, segundo as autoridades de saúde locais.

Ao longo de nove meses de ataque israelita, vastas extensões de Gaza estão em ruínas no meio de um bloqueio paralisante de alimentos, água potável e medicamentos.

Genocídio

Israel é acusado de genocídio na Corte Internacional de Justiça (CIJ), cuja última decisão ordenou a suspensão imediata da sua operação militar na cidade de Rafah, no sul do país, onde mais de 1 milhão de palestinos procuraram refúgio da guerra antes de esta ser invadida em 6 de maio.

Com informações das agências internacionais de notícias

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