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A Universidade Federal do Amazonas (Ufam), por meio da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg), informou, nesta sexta-feira (21/01), que irá formar uma comissão para discutir a implementação de novas políticas voltadas às especificidades regionais dos estudantes amazonenses que desejam ingressar na instituição.
A ação acontece um dia após Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua) e outras entidades estudantis emitiram nota repudiando a suspensão.
A universidade acatou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que declarou inconstitucional o bônus concedido a candidatos nascidos no estado para ingresso na universidade pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Neste ano, são oferecidas 2.515 vagas em 111 cursos da Ufam.
“A decisão do STF considerou que essa medida, anteriormente aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Ufam, em 2017, viola o princípio constitucional da igualdade. Embora respeitemos integralmente o ordenamento jurídico e cumpramos a determinação, reafirmamos nosso compromisso com a promoção da equidade e a redução das desigualdades educacionais em nossa região”, afirmou a instituição, em nota.