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Desde o dia 1º de janeiro desde ano até o dia 13 de fevereiro, o Amazonas já registrou a notificação de 2.359 casos suspeitos de arboviroses, que são doenças virais transmitidas por artrópodes, como mosquitos e insetos. Deste total, foram confirmados por critério laboratorial ou clínico-epidemiológicos 631 ocorrências para dengue, 18 para chikungunya, dois para zika, oito casos de febre de Mayaro e nenhum caso confirmado para febre Oropouche.
Os dados constam no informe epidemiológico divulgado, na quinta-feira (13/02), pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). O mesmo documento aponta que não foram registrados óbitos por arboviroses no Amazonas, em 2025.
Na lista de municípios amazonenses com maior quantidade de casos notificados para arboviroses neste ano estão: Manaus (518), Envira (295), Guajará (196), Ipixuna (185), Tefé (138), Tabatinga (136), Jutaí (133), Manacapuru (109), Benjamin Constant (98), Tonantins (82), Humaitá (75) e Eirunepé (68).
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) destaca que, em casos leves, deve-se buscar atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS), coordenadas pelas Secretarias Municipais de Saúde.
São sinais de risco para dengue: alteração da pressão arterial, dor abdominal e sinais de hemorragia (derrame ocular e sangramento de gengiva). Em casos graves, a orientação é buscar atendimento em unidades de emergência. A SES conta com equipes capacitadas para prestar total assistência.
A melhor forma de evitar as arboviroses é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação de mosquitos transmissores das doenças.
Além dessas medidas, a prevenção contra a febre Oropouche envolve, ainda, evitar adentrar em locais de mata e beira de rios (principalmente entre 9 e 16 horas), limpeza de quintais, evitando o acúmulo de matéria orgânica e, quando possível, recomenda-se o uso de repelentes. No Amazonas, 12 cidades disponibilizam a vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.