Ataques terroristas de Israel em áreas civis matam quatro pessoas no Líbano, incluindo idosa de 82 anos

Zeinab Mussa e Maher Younes são as mais novas vítimas civis do terrorismo israelense no Líbano (Fotos: Divulgação)

A ançiã libanesa Zeinab Mussa, de 82 anos, e o trabalhador Maher Younes, 43 anos, são as mais novas vítimas do terrorismo de Israel contra o povo libanês. Eles foram assassinados, nesta quinta-feira (23/10), em ataques aéreos realizados por aviões israelenses em uma área civil da cidade de Arabsalim, situada no sul do Líbano.

Mais cedo, outros dois cidadãos libaneses – Hisham Khalil e Jihad Jezini -; foram mortos em agressões aéreas realizadas por Israel no Leste do país. Os bombardeios quebraram as vidraças de uma escola local, causando pânico entre os estudantes libaneses.

De acordo com o correspondente da Agência Nacional de Notícias (NNA), “as aeronaves inimigas lançaram uma série de ataques aéreos contra diversas áreas do distrito de Baalbek”. Segundo o veículo de comunicação, os ataques tiveram como alvo os arredores da região de Janta, na cordilheira oriental, e se estenderam a vários locais nos arredores da cidade de Shamstar, a oeste de Baalbek.

“Os ataques resultaram em duas mortes e vários feridos. Um estado de pânico prevaleceu entre os alunos da Escola Secundária de Shamstar, onde várias vidraças foram quebradas durante o horário escolar”, reportou a NNA.

A exemplo de outras agressões contra o Líbano, Israel alegou – sem apresentar provas -, de que os ataques contra os civis libaneses são para “destruir armas do Hezbollah”. Porém, os bombardeios ocorrem num momento que Israel tenta pressionar o governo libanês a aceitar suas condições de rendição, o que é amplamente rechaçado pelas forças políticas no Líbano.

Violação do cessar-fogo

Desde a assinatura do cessar-fogo entre Líbano e Israel, em 27 de novembro de 2024, o regime sionista israelense violou o acordo mais de 4,5 mil vezes, matando mais de 200 pessoas, no Líbano, a maioria civis, incluindo mulheres, crianças e idosos. Do lado israelense, não há mortes registradas neste período.

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