Comitê promove oficinas de Gestão de Riscos de Integridade para servidores da Suframa


Com o propósito de fortalecer a integridade e a transparência em suas atividades, o Comitê de Riscos, Transparência e Integridade da Suframa (CRTI) realiza, desde fevereiro, uma série de oficinas de Gestão de Riscos de Integridade com os servidores da Autarquia. Nesta quarta-feira (3), foi concluída a oficina destinada a capacitar os trabalhadores das unidades integrantes da Superintendência-Adjunta de Administração da Suframa.

O objetivo principal das oficinas é orientar as unidades da Suframa na elaboração dos respectivos mapas de riscos operacionais e de integridade, inerentes aos serviços prestados pela Autarquia. “Ao final da atividade, espera-se que os participantes tenham identificado os eventos de riscos à integridade, juntamente de seus respectivos planos de ação para mitigá-los”, explicou a ouvidoria da Autarquia, Maria do Carmo Garcia, uma das instrutoras das oficinas.

Durante as sessões de capacitação, os servidores têm a oportunidade de analisar aspectos conceituais importantes relacionados à gestão de riscos e sua relação específica com a integridade. Além disso, são abordadas questões práticas por meio de estudos de caso hipotéticos, permitindo aos participantes aplicar os conceitos aprendidos na realidade da Suframa.

A Gestão de Riscos, conforme explicado nas oficinas, é um processo contínuo estabelecido e monitorado pela alta administração para identificar, avaliar e gerenciar potenciais eventos que possam afetar a organização. Quando se trata de integridade, esse gerenciamento aborda especificamente eventos que podem facilitar a ocorrência de corrupção, fraude, irregularidades e desvios éticos.

Entre os objetivos da gestão de riscos destacados nas oficinas estão o de garantir que os responsáveis pela tomada de decisão tenham acesso tempestivo a informações sobre os riscos enfrentados pela organização, além de aumentar a probabilidade de alcançar os objetivos da Suframa e agregar valor à instituição por meio da melhoria dos processos de tomada de decisão.

As oficinas também ressaltam as quebras de integridade, geralmente atos dolosos que envolvem deturpação, desvio ou negação da finalidade ou serviço público. Além disso, são discutidos os riscos para a integridade, como abuso de poder, nepotismo, conflitos de interesses e solicitação de vantagens indevidas.

Conceitos

Fraude e corrupção são abordadas como conceitos distintos, com a fraude sendo definida como qualquer ato concebido para enganar outros, enquanto a corrupção envolve o abuso de poder para ganhos privados. Erros, por outro lado, são caracterizados por ações não intencionais, resultado de omissões, desatenção ou má interpretação.

Transparência

O superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, destaca a importância da gestão da integridade como forma de prevenir ilícitos na Administração Pública. “As oficinas de Gestão de Riscos de Integridade representam um passo significativo na busca contínua da Suframa por excelência institucional e transparência em suas operações, demonstrando um compromisso claro com a integridade e a responsabilidade pública”, frisou o superintendente.