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Corte Internacional de Justiça, também, avalia um caso, apresentado pela África do Sul, que acusa Israel de cometer “genocídio” contra os palestinos da Faixa de Gaza

Em uma decisão considerada histórica, embora atrasada, a Corte Internacional de Justiça (CIJ), principal tribunal das Organizações das Nações Unidas, com sede em Haia, decretou que a ocupação dos territórios palestinos por Israel é ilegal e contrária ao direito internacional. Além disso, Por maioria dos votos dos membros do Tribunal ,o CIJ afirmou que Israel deve interromper a criação de assentamentos na Cisjordânia ocupada, em Jerusalém Oriental e na Faixa de Gaza e pôr fim à ocupação “ilegal” dessas áreas o mais rapidamente possível.
Embora a decisão do tribunal não seja juridicamente vinculativa, sem a obrigação de cumprimento por parte do regime genocida de Israel, a sentença tem um peso político significativo. Foi a primeira vez que a CIJ se pronuncia sobre a legalidade da ocupação em 57 anos.
Genocídio
A Corte Internacional de Justiça, também, avalia um caso, apresentado pela África do Sul, que acusa Israel de cometer “genocídio” contra os palestinos da Faixa de Gaza, fatos que são negados pelos israelenses.
Um pedido de prisão para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e para o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, por crimes de guerra e contra a humanidade na Palestina, foi solicitado pelo procurador-chefe da Corte Internacional de Justiça (CIJ), Karim Khan, no último dia 20 de maio.
Segundo o procurador-chefe da CIJ, Netanyahu e Gallant são acusados de usar a fome como arma de guerra e atacar deliberadamente civis.
Com informações das agências internacionais de notícias