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O jornalismo mundial está de luto novamente. Três jornalistas foram mortos covardemente, nesta quarta-feira (08/04), em ataques promovidos por Israel em diferentes partes do Líbano e da Palestina Ocupada.
No Líbano, as agressões israelenses mataram a jornalista Suzanne Khalil, da emissora de TV Al-Manar, e a apresentadora da rádio Sawt Al-Farah, Ghada Dayekh.
Com o assassinato delas, subiu para sete o número de profissionais da imprensa mortos por Israel no Líbano na atual guerra desencadeada desde o último dia 2 de março. São eles:
Com os jornalistas mortos na atual guerra, o regime genocida de Israel repete no Líbano sua política criminosa aplicada na Faixa de Gaza para calar os profissionais de imprensa que cobrem o conflito no território libanês.
Desde outubro de 2023, Israel matou pelo menos 12 profissionais de imprensa no Líbano. Os outros cincos mortos anteriormente são:
O jornalista Mohammed Wishah foi assassinado, nesta quarta-feira (08/04), após um drone israelense disparar um míssil contra o carro que ele dirigia pela rua Al-Rashid, perto do cruzamento de Al-Nabulsi, a oeste da Cidade de Gaza, segundo a Defesa Civil local.
O porta-voz da Defesa Civil, Mahmoud Basal, disse que o ataque fez o veículo pegar fogo, matando Washah e outra pessoa que viajava com ele instantaneamente. Equipes de emergência correram para o local para apagar o incêndio e recuperar os corpos em condições difíceis. Os corpos foram transferidos para o Hospital Al-Shifa.
Shadi Shamieh, colega e amigo de Washah, disse à Al Jazeera que o jornalista vinha sendo alvo de uma campanha de incitação por porta-vozes militares israelenses desde o início da guerra genocida de Israel contra Gaza, em outubro de 2023.
Ao assassinar Washah, Israel continua sua campanha assassina para silenciar jornalistas no terreno; um crime de guerra cometido por Tel Aviv centenas de vezes nos últimos dois anos e meio. “Este assassinato ocorre no contexto de uma perigosa escalada de violência contra jornalistas, com o objetivo de impedir a divulgação da verdadeira realidade do que está acontecendo na Faixa de Gaza”, declarou a Al Jazeera.
O Gabinete de Imprensa do Governo de Gaza afirmou que o assassinato elevou para 262 o número de jornalistas palestinos mortos por Israel desde o início do genocídio.
Com informações das agências internacionais de notícias