Segunda edição do Curso de Patentes e Bioinovação para a Região Amazônica capacita cerca de 300 pessoas

No último dia do evento, também foi realizada uma reunião de alinhamento entre INPI, Suframa e Ifam
O curso ofereceu 40 vagas presenciais (Foto: Divulgação Suframa)

Realizado no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) nº. 04/2022 firmado entre o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), a Suframa e o Ifam, o evento teve o objetivo de discutir o papel da biotecnologia moderna no sistema de patentes e como as criações na área podem ser utilizadas como fonte de informação tecnológica para pesquisas e auxiliar na tomada de decisões estratégicas.

A programação do curso contou com a realização de diversas palestras e dinâmicas ao longo de quatro dias de atividades que focaram em temáticas como Introdução à Propriedade Intelectual; Conceitos Básicos sobre Patentes; Condições e Requisitos de Patenteabilidade; Busca por Anterioridades de Patentes; e Noções de Redação de Patentes.

O curso ofereceu 40 vagas presenciais, nas quais os participantes tiveram capacitações totalizando 28 horas, e também uma  modalidade online (telepresencial), pela qual os participantes tiveram acesso às aulas expositivas durante 16 horas.

No último dia do evento, também foi realizada uma reunião de alinhamento entre INPI, Suframa e Ifam, com participação do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), para discutir novas ações futuras visando à ampliação da disseminação da Propriedade Intelectual e Industrial na Região Amazônica.

De acordo com o superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, o sucesso da realização da segunda edição do curso demonstra que a Autarquia e seus parceiros institucionais estão no caminho certo para estimular os ecossistemas de inovação da região.

“Tivemos participantes de toda a Amazônia e também de diversos outros estados Brasileiros, o que foi muito positivo para todos os envolvidos na organização. Essa segunda edição do curso foi uma aposta do INPI devido ao grande sucesso da primeira edição, ocorrida em 2023, e nossa intenção é que esses conhecimentos possam chegar para um número cada vez maior de pessoas, pois os ativos de Propriedade Industrial podem e devem ser utilizados como estratégias de proteção, agregação de valor e desenvolvimento para a região”, afirmou Saraiva